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Ferramentas Gratuitas de Web Analytics – Parte I

19/09/2011 – 09:01 No Comment | 610 visitas

No post anterior, Princípios básicos de web analytics, escrevi um pouco sobre as diversas etapas que envolvem uma boa análise web. Agora citarei algumas ferramentas úteis e gratuitas necessárias no dia a dia, seja de …

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De onde vim, onde estou, quem sou e para onde estou indo. Parte I

Submitted by on 16/12/2007 – 11:055 Comments | 963 visitas

De onde vim

Principais influências: Gabriel, o pensador, Salvador Dalí, Alexandre, o grande, Aristóteles, Chico Buarque, Caetano Veloso, Charles Darwin, Freud, Chê Guevara, Pedrinho Guareschi, Larry Clark, Maquiavel, Oswaldo Montenegro, Platão, Renato Russo, Shakespeare, Mario Puzo, Titãs, Cazuza, Augusto dos Anjos, Van Gogh, Alvares de Azevedo, Steven Spielberg.

Grêmio Estudantil do Lourenço Filho (1998) Breno Souza (em pé), Thiago Matos, Rafael Duarte, Edmilson Moreira, Rafael Silva, Samuel Matos

Em 1998 me deliciava com as cartas que Alberto Knox enviava a Sofia na história contada no livro O mundo de Sofia, de Jostein Gaarder logo em seguida, no curso de formação política da saudosa J.A.S (Juventude Alternativa Socialista), li e discuti o livro Sociologia Crítica, de Pedrinho Guareschi.

A leitura desses dois livros me influenciaram tanto que no ano 2000, quando fazia o 3° ano do 2° grau, minha escolha de curso oscilava entre Filosofia e Ciências Sociais. E Pedrinho Guareschi ganhou mais um pretendente a seguidor: me inscrevi para disputar uma vaga no curso de Ciências Sociais na UFC e na UECE.

Como deixava de assistir aula para militar no Movimento Estudantil, o resultado não podia ter sido diferente, não passei no vestibular naquele ano.

Em 2001 resolvi ir fazer cursinho no Evolutivo do Shopping Benfica. A sala era gigante, tinha mais de 100 alunos e não havia espaço para debates. O professor entrava, jogava o conteúdo na lousa, os alunos copiavam e pronto. Ao passo que as turmas especiais do Lourenço Filho tinham 30 alunos e havia muito debate durante a aula.

Mas não pense que me dediquei aos estudos nessa época, apenas deixei de me preocupar com os problemas do M.E (Movimento Estudantil) e continuava matando muitas aulas para jogar RPG, Magic e tomar chopp de vinho. Foi um ano relaxante.

Neste ano fiz minha inscrição para Filosofia na UFC e na UECE e na véspera do vestibular da UECE tomei duas jarras de vinho com os amigos no Cantinha Acadêmico.

Fiz a prova tranqüilamente, sai da sala durante prova para ir no banheiro, aproveitei para fumar 2 cigarros e fui o primeiro a terminar a prova. Estava tranqüilo.

Resultado: Passei em 12° lugar.

Fiz o mesmo na UECE e o resultado foi igual.

Em 2002, no primeiro dia de aula do 1° semestre do curso de Filosofia aconteceram dois fatos marcantes:

O professor de Introdução a Filosofia perguntou a turma: – Quem aqui leu o livro O mundo de Sofia?

Um quarto da turma levanta o braço. E o professor prossegue: – O mundo de Sofia é literatura, aqui vocês vão estudar Filosofia, que é completamente diferente do livro.

Um balde gigante de água fria caiu na cabeça de um quarto da turma.

O outro fato marcante foi que um grupo de estudantes passou na sala informando que eram o CA (Centro Acadêmico).

E eu fiz o que tinha de fazer: questionei o processo, questionei a comissão, questionei a falta de eleição, enfim, comprei briga com os caras no meu primeiro dia de aula.

Continuava impulsivo e indisciplinado, na época da faculdade não assistia as aulas, tinha faltado a algumas provas e não me interessei por algumas cadeiras. Adorei a cadeira de Introdução a Filosofia, pois o professor nos deixou livres para escolher um filósofo e falar sobre ele. Escolhi Maquiavel, pai da filosofia política e fiz um ótimo trabalho.

Passei nas salas exigindo eleições, montei uma chapa, fiz campanha, consegui apoio do CA de Ciências Sociais, a outra chapa retirou-se da disputa. Assumimos o C.A.

Logo no 1° semestre da faculdade havia conquistado tudo que demorei 11 anos para conquistar no Lourenço Filho: era presidente de C.A, tinha uma namorada, tinha bons amigos e boa relação com os professores.

Mas quando me vi com tudo que queria, percebi que não me sentia feliz com o que havia conquistado e queria fazer outra coisa.

E no início de 2003, reuni o C.A e os amigos e disse: – Vou abandonar a faculdade, a partir de amanhã não volto mais.

A principio meus amigos e camaradas achavam que se tratava de uma brincadeira minha. Depois de duas semanas sem aparecer na faculdade nem atender ligações, eles perceberam que havia falado sério e ficaram revoltados comigo.

Mas logo me esqueceram, foi melhor assim.

Tentei trancar o curso, mas não consegui, fiz matricula institucional, onde poderia voltar a estudar 2 anos depois. E dois anos depois, não voltei. Pretendo voltar a estudar Filosofia um dia, depois dos 40.

Antes de largar tudo, já vinha alimentando a idéia de abrir um negócio próprio. Decidi “meter as caras” e tocar adiante uma produtora web, procurei o SEBRAE, fiz alguns cursos. Na época não havia muita concorrência e a demanda era pequena, era um mercado em crescimento, como não tinha capital para investir, arrumei um emprego para custear minimamente o negócio enquanto ele germinava.

Já tinha alguma experiência com web, o Lourenço Filho foi a primeira escola de Fortaleza a dar aulas de informática para alunos do primário, na feira de ciências fomos a primeira equipe a desenvolver um site na web para divulgar o trabalho, falávamos sobre realidade virtual e jogos eletrônicos, era monitor de informática no colégio, usava a internet para como ferramenta para diversas coisas e gostava muito disso tudo.

Então, em logo depois do carnaval de 2003, estava trabalhando como auxiliar bancário no Bando do Brasil. De segunda a sexta, 6 horas por dia de um trabalho simples, fácil e repetitivo.

Na época, não havia banda larga no meu bairro, tinha de fazer os sites de meia-noite as seis da manhã e ir trabalhar logo em seguida no Banco do Brasil.

Coloquei um anuncio no jornal para divulgar o negócio e para minha surpresa na primeira semana de anuncio tive 3 clientes que geraram 3 contratos e um faturamento mais de 10 vezes superior ao que eu ganhava por mês trabalhando no banco!

Como tinha prazos a cumprir com os clientes e não havia banda larga no meu bairro, tive de largar o emprego no banco para me dedicar exclusivamente a produtora web. Afinal o negócio se mostrou bem mais promissor que o emprego no banco. Foi um ótimo início para a Vanguarda Digital.

Foi nessa ocasião que aprendi, na prática, a diferença entre faturamento e lucro e descobri que não havia levado em consideração a sazonalidade do mercado, quando fiz a pesquisa no curso do Sebrae.

Sendo um pouco mais claro: retirando a despesa que tive para conquistar os clientes e os investimentos em equipamentos, servidor virtual e cursos na Imedia, o que sobrou manteria o negócio funcionando por 2 meses. Exatamente o prazo de entrega dos sites. Ops! Não é tão promissor assim.

Sobre a sazonalidade do mercado: descobri que no começo do ano se tem muitos clientes e no restante do ano os clientes simplesmente desaparecem. Para se ter uma idéia, foram os 3 primeiros e únicos bons clientes do ano.

Criei o fortalnight.com para aproveitar a explosão dos sites de cobertura e divulgação de festas e eventos. Foi uma época de muita diversão nas boates de Fortaleza. Mas o site, por diversos motivos, não se sustentou como um negócio lucrativo e acabou falindo.

Fiz uma versão cearense do Milliondollarhomepage.com , mas não consegui ganhar um milhão, assim como todos os outros que tentaram depois de Alex Tell.

Paralelamente a tudo isso, tinha os clientes de sites institucionais ocasionais que me proporcionavam certa renda com hospedagem e manutenção dos sites mas que era pouco para fazer o negócio crescer.

Mas foi prestando serviço para pequenos clientes que mantinha o negócio, mas sempre com muita dificuldade e com um orçamento bastante apertado.

Em 2005 decidi fazer faculdade, procurei um curso de nível superior que me ajudasse a tocar o negócio adiante.
Já havia feio cursos no SEBRAE e na Imedia quando encontrei o curso de Análise de sistemas de Internet.
Fiz uma visita a faculdade, conheci um laboratório de informática, achei razoável.

Mas no primeiro dia de aula, estava num laboratório muito ruim, depois descobri que o laboratório que me mostraram quando fui visitar a faculdade era o único razoável, todos os outros eram sucata. Fiz dois semestres e não aprendi absolutamente nada, a FATENE é muito ruim.
Quase me envolvo com movimento estudantil novamente atuando dentro da FATENE.

Tinha muitos projetos e idéias, mas não tinha capital para investir. Podia fazer muito mais para meus clientes, mas eles não queriam pagar para isso. Foi então que percebi que teria de mudar de foco para continuar no ramo.

Onde estou

Essa mudança de foco aconteceu em meados de 2005, com o surgimento de diversas produtoras web, o preço para a produção de um site caiu, logo haviam muitos sites, mas poucos conseguiam gerar resultados financeiros satisfatórios, foi então que percebi que tinha de fazer alguma coisa diferente e decidi trabalhar os sites existentes para que eles gerassem resultados as empresas.

Foi nesse contexto, na releitura dos sites dos clientes para que gerassem melhores resultados, que recebi um e-mail do Fastjob divulgando uma vaga para Gerente de Loja Virtual da ABAFILM. Foi a única vaga interessante que recebi em muito tempo.

Acessei o site da ABAFILM e enviei algumas idéias para melhorar o site junto com o currículo.

Passei por 3 entrevistas e fui contatado em Agosto de 2006.

Desde então tive a oportunidade de trabalhar no 1° site de comércio eletrônico do Ceará, atividade que esta me rendendo muito, mas muito aprendizado mesmo. Foi o muito bom, pois tenho as idéias e projetos e a empresa tem o capital para investir. Era o que me faltava.

Quando entrei era apenas eu na equipe, 3 meses depois o Cesar foi contratado, algum tempo depois o setor corporativo começou a desenvolver projetos conosco, os Studios da ABAFILM utilizam o site como ferramenta de divulgação, 6 meses depois contratamos o Audy, excelente Webdesigner e Flash Designer, pouco tempo depois mudamos para uma sala maior, contratamos uma empresa para terceirizar uma parte do serviço, reforçamos laços com a produtora web, mudamos de uma hospedagem simples para um servidor dedicado, sei que foram muitas as mudanças em tão pouco tempo, mas sei também que ainda temos muito o que mudar.

Em 2007, pouco mais de ano como gerente de e-commerce da ABAFILM, olho pra trás e vejo o quanto crescemos… mas quando olho para frente vejo o quanto ainda podemos crescer e fico feliz por estamos caminhando nesse sentido. E isso me deixa muito motivado. O desafio é grande, difícil e excitante. “Nada é mais difícil de executar, mais duvidoso de ter êxito ou mais perigoso de manejar do que dar início a uma nova ordem de coisas. O reformador tem inimigos em todos os que lucram com a velha ordem e apenas defensores tépidos nos que lucrariam com a nova ordem.” Maquiavel.

Remanescentes da Juventude Alternativa Socialista em 2007: Mara, Diana, Souza, Roger, Emanuel, Rafael, Rafael Duarte, Diogenis, Jeová, Carla.

Quem sou

Vivo num mundo de possibilidades, enxergando uma grande variedade de desafios a serem encarados, e ao mesmo tempo desejo ser a pessoa responsável por conquistá-los. Não preciso ser o capitão do time para jogar nele, mas quero ser e me esforço para isso. Tenho uma motivação interna por liderança que é bem acompanhada por uma capacidade de captar noções complexas com rapidez, de absorver uma grande quantidade de informações impessoais, e de tirar conclusões rápidas e decisivas. Sou o tipo de pessoa que gosta de assumir responsabilidades e o comando das coisas.

Sou uma pessoa que é muito focada na carreira e que se encaixa no mundo corporativo com certa naturalidade. Analiso meu ambiente constantemente, procurando problemas em potencial que possa transformar em soluções. Em geral, vejo o mundo através de uma perspectiva de longo prazo, e tenho facilidade em identificar planos e soluções eficazes na resolução de problemas – especialmente os de âmbito corporativo. Normalmente obtenho sucesso nesse ambientes por causa dessa minha motivação natural a liderar. Não economizo esforços no serviço, e sou sempre levado a visualizar a direção em que a empresa em que trabalho está indo. Por essa razão, me considero um líder corporativo nato.

Não há muito espaço para erros no meu universo. Não gosto de ver erros se repetirem, e não tenho paciência alguma com ineficiência. Assumo que às vezes posso me tornar uma pessoa grossa quando minha paciência é testada nestes aspectos, pois as vezes não estou em sintonia com os sentimentos das pessoas, e muito provavelmente não acho que devo tirar conclusões com base nos sentimentos das outras pessoas. Assim como muitas outras pessoas, tenho dificuldade em ver as coisas através de perspectivas diferentes da minha, é um defeito que tenho de trabalhar. Porém, como ninguém, tenho pouquíssima paciência para com pessoas que não vejam as coisas da mesma maneira que eu. Me esforço conscientemente para reconhecer o valor das opiniões das pessoas, assim como a importância de ter sensibilidade para com os sentimentos delas. Como disse Voltaire: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las“. Repeti isso tantas vezes que virou mantra.

Aprendi isso na teoria com os excelentes professores de História que tive no 2° grau e na prática com a militância no movimento estudantil onde, pela primeira vez, aprendia a conviver com diferenças de opiniões e a defender as minhas. Sem essa consciência me torno uma pessoa agressiva, intimidadora e arrogante. Isso pode me causar grandes dificuldades, pois posso acabar sem acesso a informações importantes e sem a ajuda e as colaborações cruciais por parte de outras pessoas. Com relação à minha vida pessoal, posso também acabar se tornando um filho, um namorado ou amigo arrogante.

Tenho uma tremenda quantidade de poder pessoal e de presença que me impulsionam no cumprimento das minhas metas. Entretanto, esta força pessoal também é um agente de alienação e de auto-engrandecimento, e é muito bom que eu esteja ciente das vantagens e desvantagens que essa característica me impõe. É uma faca de dois gumes que me coloca em situações onde, mesmo sem querer exercer liderança, as pessoas me procuram em busca de soluções para os problemas das comunidades que participo. Mesmo que eu não queira, mesmo que eu me esconda, isso acontece onde eu freqüento. Tenho de saber lidar com isso pois essa característica me fez abandonar 2 faculdades e pessoas de quem gostava. Seria um dom ou uma maldição? Depende de como eu trato a característica.

Os desafios, as trocas de idéias e experiências, as conversas e reuniões que tive nesses 16 meses de trabalho na ABAFILM me ensinaram a ser menos agressivo e radical, um pouco mais decisivo e a usar menos os sentimento para tirar conclusões. E a tomar decisões com a mesma rapidez que verbalizo minhas opiniões. Se eu não desenvolver e aprender a considerar minha intuição continuarei tomando decisões com excessiva rapidez, sem compreender todas as questões e possíveis soluções. Por outro lado, se eu não desenvolver meu lado racional e lógico, terei dificuldade em utilizar lógica em minhas idéias e acabarei tomando decisões não muito boas. Nessa circunstância, eu poderia ter até compreensões bacanas quanto às situações e problemas, mas teria pouca capacidade de determinar como agir quanto a essas compreensões, ou minhas ações poderiam ser inconsistentes, quando isso acontece fico trabalhando isolado do resto da equipe e não consigo explicar nem convencer ninguém do porque acho que devemos agir de determinada maneira ou seguir em certa direção e minhas opiniões e decisões serão vistas pelos outros com menos seriedade.

Se eu me desenvolver em um ambiente que não seja ideal, tenho de tomar muito cuidado, pois posso me tornar ditatorial e abrasivo – sendo intrusivo com minhas instruções sem uma razão clara para isso, e sem consideração pelas pessoas envolvidas. Tenho que tomar muito cuidado a quem dou ouvidos, pois costumo dar valor as opiniões de pessoas mais velhas e experientes que eu, e essas opiniões e conselhos nem sempre são bons para mim e isso pode me influenciar negativamente.

Apesar de não estar naturalmente em sintonia com os sentimentos das outras pessoas, tenho momentos sentimentais muito fortes. Com freqüência esses sentimentos são poderosos demais para mim apesar de tentar escondê-los do conhecimento geral, acreditando tolamente que esses sentimentos sejam uma fraqueza. E como o mundo dos sentimentos e dos valores pessoais não é aquele em que eu funciono por natureza, posso às vezes tirar conclusões baseadas em meus valores pessoais e me prender a emoções reprimidas que sejam infundadas e inapropriadas, causando problemas para mim – muitas vezes sérios.

Adoro interagir com pessoas, mas prefiro fazer isso em comunidades virtuais e fóruns online. Como toda pessoa extrovertida, eu recarrego minhas energias e obtenho meus estímulos primariamente através do meu mundo exterior e é por isso que fico meio deprimido quando só tem notícia ruim no Jornal Nacional. Não há nada que me dê mais prazer e satisfação do que uma conversa animada e desafiadora, principalmente com mulheres inteligentes. Acho que sou um dos poucos homens que gosta de conversar depois de fazer amor com uma mulher.

Tenho um respeito especial por pessoas que consigam me encarar, e discuta seu ponto de vista com persuasão. Porém, não conheço muitas pessoas que façam isso, pois sou uma pessoa agressiva e com uma presença dinâmica, possuindo uma grande quantidade de autoconfiança e uma excelente capacidade de comunicação verbal, aprendi o método socrático lendo o Mundo de Sofia. Até mesmo as pessoas mais auto confiantes podem passar por momentos de insegurança ao debater um assunto comigo. Aprendi que muitas vezes as pessoas ficam intimidadas com esse meu comportamento e às vezes se afastam de mim por causa disso, então, já a algum tempo, venho reprimindo esse impulso de querer ganhar todas as vezes um debate. Afinal, saber o caminho correto e seguir o caminho correto são coisas diferentes, ou seja, se mesmo com todos os argumentos as pessoas preferem de outra forma, que assim seja, e termino a conversa sem convencer ou ser convencido.

Acho que fiquei mais sábio e paciente e que abandonei a postura de querer mostrar a todos o tempo todo o quão importante é defender uma causa ou adotar uma postura em relação as circunstâncias. Ou mesmo nas palavras de Shakespeare: “Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo, e aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso”.

É extremamente provável que eu obtenha mais satisfação num relacionamento com uma pessoa que tenha uma forte auto-imagem, e que também seja racional e lógica. Como eu também me foco primariamente na minha carreira, posso acabar tendo problemas por estar constantemente longe dela – físico e mentalmente. Acredito que o período das grandes paixões “já passou em minha vida, foi até bom, mas no final deu tudo errado.”

Devo sempre lembrar que possuo muitas qualidades que possibilitam que eu tenha uma grande quantidade de força pessoal, mas não posso me esquecer de manter um equilíbrio em minha vida. Sou uma pessoa confiante e decidida, inovadora, que tem um raciocínio de longo prazo, e uma excelente capacidade de traduzir teorias e possibilidades em sólidos planos de ação. Eu tenho uma personalidade forte, e a capacidade de conquistar quaisquer metas que eu estabelecer para mim mesmo.

Mas… como canta Nando Reis: “Se eu acordo preocupado com as providências como uma conta no banco que eu não tenho dinheiro pra pagar. Isso me aflige e atrapalha faz com que eu não me de conta de outras coisas que eu deveria cuidar”.

Ou seja, a vida é mais do que interpretá-la para ganha-la, é necessário também vivê-la como eu a vivia nos tempos de escola.

Não pela liberdade, pois hoje me sinto ainda mais livre que naquele tempo, não pela loucura dos finais de semana, pois hoje me divirto bem mais e com mais responsabilidade, mas é alguma coisa que existia e não existe mais, um encanto que foi quebrado, algo que eu matei inconscientemente e eu não sei dizer o que foi, nem ao certo quando foi, mas é só questão de idade, passando dessa fase, tanto fez, tanto faz.

Para onde estou indo

2007


Renato, Aurilene, Cesar, não sei, Laurice, Andrade, Juninho (em pé), Azevedo, não sei, Whashington, Dona Socorro, Rafael Duarte

O ano de 2007 passou num piscar de olhos! Um ano nunca passou tão rápido assim em minha vida!

Livros lidos em 2007:
1. A arte da Guerra
2. O monge e o executivo
3. Como se tornar um líder servidor
4. Marketing Tuttifruit
5. Como conquistar as pessoas
6. O doce veneno do escorpião
7. O caçador de pipas
8. Os segredos da mente milionária
9. Como elaborar um bom plano de marketing
10. Marketing Hacker

Eventos que participei em 2007:
01 e 02/10 - Alternativa 2007.2 – Tendências de design e programação 
17/09 - Seminário Web 2.0 INFO 
05/07 – MICROSOFT TECHNOLOGY ROADMAP 
27 E 28/06 - I Seminário de marketing e comunicação para internet 
26/04 - Ciclo de seminários – Comércio Eletrônico 2007 
15 E 16/03 - ALTERNATIVA 2007.1 – Marketing de Guerrilha e Mídias Alternativas

Continua no post abaixo…….

5 Comments »

  • Nanda says:

    Oiiiiii Rafa..párei na metade, depois continuo.
    bju

  • Joel Teixeira says:

    Espetacular, grande retrospectiva.

  • middle of yesterday says:

    Perfect! você escreve muito bem! a retrospectiva não poderia ter sido mais sucinta. Já pensou em escrever crônicas? seria uma boa. Se expressa muito bem escrevendo, e creio que “na vida real” você se expresse tão bem quanto escreve. Você tem talento e uma forma de escrever bem peculiar. Inteligente! isso é admirável. Sempre que puder, lerei, assimilarei e deixarei algum comentário.

  • Wagner says:

    Menino, qto tempo, fico feliz pela maturação… li, passei algumas linhas é verdade mas, li.
    Gde abraço,
    Paz, saúde, luz e sucesso!

    Abraços
    Wagner Dutra (ex-tio CLF – o mais engraçado é que voltei a trabalhar na escola! Desde Março agora! hehehe)

    Sucesso!

  • João Nobre (Rômulo) says:

    Histórias de guerra, de vida e glória!!!
    mta paz…

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